Roma: A dominação etrusca
Durante o período que se seguiu a dominação etrusca sobre o povos do lácio, houveram três Reis etruscos: Tarquínio "O Velho", Sérvio Túlio e Tarquínio "O Soberbo".
Antes dos etruscos, os povos latinos possuíam uma certa autonomia, mas essa independência foi comprometida a partir do momento que foi criado instituições públicas que centralizavam o poder
nas mãos dos estruscos, entre elas: O próprio Rei, o senado e a assembléia curiata.
Entre os reis dominantes, o penúltimo, Sérvio Túlio (550-530), criou uma série de mudanças nas cidades que fortaleceu ainda mais a hegemonia da Roma etrusca na região da península itálica, a implementação dessas mudanças favoreceu ainda mais os aristocratas, criando nesse período a divisão entre a propriedade particular e a propriedade coletiva, que iria posteriormente criar a ruptura social - e consequentemente, os conflitos - entre os Plebeus e os Patrícios, marca característica da futura sociedade romana.
Essas lutas entre os Plebeus e os Patrícios não existiram ao longo da monarquia etrusca, sendo que nesse período mesmo havendo a divisão social, essa era menos contrastante devido a submissão de toda a sociedade ao mesmo Rei.
